quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Introdução

O plano de austeridade já foi colocado em marcha cá em casa.
Não quando surgiram os primeiros rumores da crise, não quando ficou inevitável que com o rumo que o país levava era urgente adoptar novas medidas de contenção, não por imposição do governo, mas muito antes disso tudo vir à baila.
Porque não queremos ficar a vida toda dependentes de um emprego, porque não queremos viver com o receio constante de aparecer uma despesa inesperada e virar-nos as finanças de pernas para o ar, porque não queremos ter uma vida de " chapa ganha, chapa gasta" com todo o desgaste físico e emocional que isso implica, porque queremos ou vamos tentar deixar um futuro um pouco mais risonho para os nossos filhos, porque queremos aproveitar quando ainda estamos com a saúde, força e energia plena, fruto da idade, para fazer os sacrifícios devidos e mais tarde poder colher o que andamos a semear e sobretudo porque parece-me tão mais sensato e motivador podermos ser nós a optar pelo estilo de vida que queremos ao invés de inevitavelmente mais cedo ou mais tarde termos de ceder ao facto de passarmos a vida a correr atrás do prejuízo. Como é lógico, esta lógica não é aplicável a todos, é uma questão de prioridades...e estas são as minhas prioridades!

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